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25 de out. de 2007

Mulheres mais influentes

A Coordenadora Nacional da Universidade Corporativa dos Correios - Unico, Sonia Kunitz, está entre as finalistas do 4º prêmio Mulheres Mais Influentes do Brasil, na categoria Educação. Além do mérito pessoal, o prêmio seria um reconhecimento da trajetória de sucesso de toda área de educação dos Correios. A escolha da ganhadora acontece por voto popular.

Para votar, acesse www.mulheresinfluentes.com.br, escolha o banner "Clique e vote nas mulheres mais influentes do Brasil", deixe seu nome, CPF, email, digite o código e aguarde. Quando a janela das categorias se abrir, opte por Educação e clique em Iniciar. A Sonia aparece na terceira opção. Clique no campo ao lado da sua foto, vá em "Finalizar" e pronto! Seu voto será computado com sucesso!

Um pouco da história de Sonia Pereira Kunitz:

Ela é paranaense, psicóloga, possui 29 anos de carreira nos Correios dos quais 27 exercidos na DR/PR e atualmente, em Brasília, coordena a Unico. Pelo resultado de seus trabalhos e pela marca que imprimiu na empresa por meio dos projetos desenvolvidos em conjunto com as equipes de educação da DR/PR e da Unico, Sonia foi indicada pelo Paraná para concorrer ao prêmio.

Foram escolhidas 78 finalistas, nas 26 categorias em votação, que foram definidas por empresárias já premiadas nas edições anteriores, representantes de grupos de executivas e da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. O concurso tem a intenção de apontar as mulheres que se destacam em suas respectivas áreas. O idealizador do projeto, Sérgio Queiroz, da Companhia Brasileira de Multimídia - CBM, afirma: "mulher influente é aquela que por sua conduta, se torna uma verdadeira fonte de inspiração para todos nós."

Aproveite também para registrar o seu voto nas outras categorias.

16 de out. de 2007

Conquistar mulher em Angola

Fiz uma pesquisa no google trends com as palavras "conquistar mulher" e o resultado mais expressivo para essa busca foi em Angola. Com mais da metade das buscas feita naquele país percebe-se que há uma tendência de crescimento acentuado desde o começo do ano. Já no Brasil os estados que mais pesquisaram por estas palavras foram Goiás, Mato Grosso e Ceará. Brasília e Curititba são os estado que menos se procura conquistar mulheres.

Voltando aos conquistadores africanos, vale observar uma tradição local chamada "ukoi". O ukoi é uma espécie de multa que se paga quando alguem comete adultério. Geralmente o adúltero é condenado a pagar duas cabeças de gado ou similares. Lá um casamento não termina com o adultério. Os cornos angoleses são bem mais benevolentes com a infidelidade do que os brasileiros. Até porque ser corno lá rende dinheiro.

E pela forma com vêem pesquisando "conquistar mulheres", muitas cabeças de gado ainda serão pagas a título de multa. Felizmente para nós, só pagamos a ukoi só se vier um filho. Aqui porem, quem não pagar vai para cadeia sem "choro nem vela".

15 de out. de 2007

O pagode tende a ser gay

Você já ouviu muitas vezes alguém dizer que pagode é música de corno. Isso se referindo à temática das músicas que sempre giravam em torno das dores e sofrimento do amor. Dores essas que quase sempre eram causadas pelas recusas das musas inspiradoras ou por suas preferências por outro. O homem estava sempre no papel de pedinte do amor, de escravo do sexo frágil, de bobo apaixonado querendo seu quinhão de felicidade.
Mas as coisas parecem estar mudando. Obviamente que não sou um estudioso das temáticas que alimentam os vários estilos musicais no Brasil mas pelo que tenho ouvido por aí, as letras estão dando um "chega-pra-lá" na mulher amada. Depois de passar um bom tempo lutando pelo amor da mulher amada a temática do pagode hoje está mais parecida com a vara da família. O pagode está divorciando-se de suas musas. As músicas que mais ouço trazem mensagem do tipo "tô de saco cheio de você", "O nosso amor já era", "O nosso amor deu, deu, deu" e por aí afora.
Se as músicas de pagode já eram de mau gosto, agora ele se superaram. O pagodeiro parece estar contando suas decepções amorosas por questões financeiras com as garotas que se especializaram no "golpe da barriga". Ou estão simplesmente enfadados com o farta oferta. Pelo andar da carruagem, o próximo passo é o pagode começar a apresentar letras gays( nada contra a opção sexual de ninguém ) como alternativa á decepção amorosa com as musas que lhes inspiravam.
Tomara que isso seja só uma fase ruim( a fase em que existe pagode na música popular brasileira ) e que passe logo para que caia no esquecimento que é o que o futuro certamente lhe reserva.